Arquivo de fevereiro, 2010
Receber propaganda em celular é opcional para usuários
por Junior em 18.fev, 2010, na categoria Notícias
A partir de 1º de maio os clientes das operadoras de celulares terão a opção de não receber mensagens com publicidade. A Anatel acatou recomendação do Ministério Público Federal para que as empresas passem a incluir nos contratos – em letras de, no mínimo, corpo 12 – a opção para que não recebam mais as SMS.
O MPF havia recomendado à Anatel que vedasse às operadoras o envio das mensagens de propaganda. Em resposta, datada do último dia 7, a Anatel informou que enviou a todas as operadoras de telefonia móvel uma circular que obriga os contratos de adesão ao serviço a conterem cláusulas em que o cliente possa optar por receber ou não mensagens publicitárias.
As cláusulas, segundo a Anatel, devem ser redigidas de forma clara, acrescidas de um campo no qual o usuário deverá assinalar se deseja ou não receber as mensagens.
A determinação segue a alteração feita no artigo 54 do Código de Defesa do Consumido (CDC), que determina que contratos devam ser redigidos com no mínimo corpo 12.
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Yahoo é o segundo site mais visitado nos EUA:foi ultrapassado pelo facebook
por Junior em 18.fev, 2010, na categoria Notícias
Dados revelados nesta quinta-feira pela empresa de análise de tráfego na internet Compete.com revelam uma grande mudança nos acessos nos Estados Unidos. Em janeiro, o Facebook ultrapassou o Yahoo e agora é o secundo site mais acessado dos Estados Unidos.
O Yahoo foi o site mais acessado pelos americanos durante anos até que em 2008 perdeu a primazia para o Google, também o mais acessado do mundo, mas se mantinha na segunda posição.
De acordo com o site The Huffington Post, o Facebook teve 133,62 milhões de visitantes contra 132 milhões do Yahoo em janeiro. Em dezembro, tinham sido 133,45 milhões de visitantes no Yahoo contra 132,13 milhões no Facebook.
Terra
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Empresa de bilionário lança "planador submarino"
por Junior em 09.fev, 2010, na categoria Notícias
A empresa britânica Virgin, do bilionário Richard Branson, apresentou um veículo submarino semelhante a um planador que permitirá que turistas explorem o fundo do mar no Caribe. O Necker Nymph transportará até três pessoas por vez em cockpits individuais com vista panorâmica. Um dos tripulantes controlará o veículo com um joystick.
A autonomia do Nicker Nymph é de duas horas na qual o veículo contará “com a flexibilidade para deslizar calmamente sobre recifes ou fazer manobras arrojadas de 360º”, de acordo com a Virgin. “Sua baixa emissão de luz e sons garante que o frágil ecossistema marinho permaneça intocado.”
A velocidade típica do Necker Nymph é de entre 2 a 5 milhas náuticas por hora, e o veículo pode descer a uma profundidade de até 40 metros, segundo Karen Hawkes, porta-voz da Hawkes Ocean Technologies, empresa que construiu o submarino.
O veículo não usará lastros para descer ao fundo do mar mas sim dispositivos nas asas que permitem a decida. “Descobrir destroços de antigos naufrágios, deslizar lado a lado com golfinhos ou baleias, as opções são infinitas”, afirma a empresa.
A partir do final de fevereiro, o veículo poderá ser usado exclusivamente por hóspedes do Necker Island, o resort de luxo de Richard Branson nas Ilhas Virgens, ao aluguel de US$ 25 mil por semana.
Terra
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
FBI quer manter registros de sites visitados
por Junior em 09.fev, 2010, na categoria Notícias
Representante do órgão afirma que apenas os dados de acesso devem ser gravados, não o conteúdo.
O FBI, polícia federal norte-americana, está pressionando os provedores de internet para gravar os registros de navegação online de seus clientes, além de manter este log por 2 anos, sob a alegação de que esta prática poderia ajudar a agência nas investigações sobre pornografia infantil, terrorismo e outros crimes graves.
Segundo o caderno Politics and Law do jornal CNET, um advogado da instituição disse em uma reunião da força-tarefa federal, na última quinta-feira, que Robert Mueller, diretor do FBI, defende a ideia de que as empresas devam armazenar os dados de origem e destino das informações acessadas por seus clientes.
Em um discurso feito em 2006, Mueller já tinha chamado a atenção para a prática de retenção dos dados por parte dos provedores de Internet, e enfatizou o ponto dois anos mais tarde, quando explicitamente pediu ao Congresso dos EUA que aprovasse uma lei tornando obrigatório tal processo.
Mas não tinha ficado claro, na oportunidade, que o FBI estava realmente pedindo às empresas que começassem a manter registros sobre os sites visitados pelos usuários, prática adotada por poucos ou nenhum provedor, atualmente.
E essa iniciativa já conta com o apoio de outros órgãos: Matt Dunn, um agente de Imigração e Alfândega do Departamento de Segurança, também manifestou apoio à ideia durante a reunião da força-tarefa e um levantamento recente mostrou que pesquisadores de criminalidade cibernética são quase unânimes em apoiar à prática.
Greg Motta, chefe da seção de Provas Digitais do FBI, disse que a organização estava tentando preservar a sua capacidade em conduzir investigações criminais.
Os regulamentos federais, em vigor desde 1986, exigem que as companhias telefônicas “mantenham por um período de 18 meses” registros, incluindo “o nome, endereço e número de telefone de origem da chamada, o número do telefone discado, a data, hora e duração da ligação”.
Todavia, de acordo com a ata da reunião (PDF), Motta ressaltou que o foco não é o conteúdo de e-mails ou mensagens de texto.
A questão, pelo menos para o FBI, tem sido sobre a preservação dos dados transacionais, e não de seu conteúdo. “Endereçamento, roteamento, sinalização da comunicação” – indicou Motta.
A gravação do histórico de visitas aos websites, contudo, pode ferir algumas leis de privacidade. “Nós não estamos preparados para manter as informações de URL, seja em qualquer lugar na rede”, disse Drew Arena, vice-presidente da Verizon e conselheiro-geral adjunto para o cumprimento das leis. “Se fôssemos fazer a inspeção profunda dos pacotes para verificar todas as URLs, iríamos indiscutivelmente violar a lei Wiretap Act”, afirma Arena. O Wiretap Act protege os direitos de privacidade dos usuários de redes de computadores nos Estados Unidos.
Mesmo sabendo que, para acesso às informações armazenadas, será necessária uma autorização judicial, como uma intimação ou mandado de busca, o FBI não deixou claro que tipo de informação irá exigir dos provedores de Internet.
Não se sabe se os logs deverão conter o endereço IP do site visitado ou seu nome de domínio. É possível que a agência americana não queira apenas o domínio, mas sim uma lista das URLs completas visitadas pelo suspeito, incluindo .html, .htm ou extensões comuns em páginas da internet. A falta dessas informações impede que os provedores saibam o que, exatamente, precisariam guardar para o FBI.
Um representante do Departamento de Justiça disse que o órgão não tem uma posição oficial sobre retenção de dados.
Ig tecnologia
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Quanto será que vale um produto na web?cada vez mais fica difícil de saber
por Junior em 09.fev, 2010, na categoria Notícias
Em algumas páginas de sites de comércio eletrônico, que vendem produtos como televisores, câmeras digitais e joias, uma informação crítica para os consumidores é conspícua pela ausência: o preço dos produtos.
Para ver o quanto esses produtos custam, os compradores precisam colocá-los em seus carrinhos de compras ¿ como se realizassem o equivalente virtual de levar um produto ao caixa de uma loja a fim de verificar o preço.
Essa lacuna é parte de uma batalha mais ampla que vem varrendo o mundo do comércio eletrônico. Cautelosos quanto à tendência da internet de derrubar incansavelmente os preços dos produtos comerciados online, grandes marcas e fabricantes ¿ e agora, as editoras de livros – estão contra-atacando, por meio de diversas táticas e ferramentas que permitem controlar como seus produtos são apresentados e vendidos em sites de comércio eletrônico.
“Estamos vendo empresas de toda espécie testando as águas”, com estratégias para controlar os preços online, disse Christopher Sprigman, professor associado de propriedade intelectual na escola de Direito da Universidade da Virgínia, e antigo promotor na divisão antitruste do Departamento da Justiça. “Elas sentem que agora têm mais liberdade para fazê-lo”.
Em muitos casos, essa liberdade deriva de uma decisão tomada pela Corte Suprema dos Estados Unidos em 2007, em um caso envolvendo a Leegin Creative Leather Products e a PSKS. A decisão oferece aos fabricantes muito mais amplitude para ditar os preços de varejo, o que no passado era considerado violação das leis antitruste, e estabelece fortes obstáculos judiciais para que os varejistas provem que essa prática prejudica os consumidores.
Desde que a decisão foi anunciada, os varejistas afirmam que os fabricantes vêm se tornando cada vez mais agressivos no uso de uma dessas ferramentas, especialmente: proibir que os varejistas anunciem seus produtos a preços inferiores a um dado limite previamente notificado. Para as companhias de varejo físico como a Wal-Mart Stores e a Best Buy, isso significa não cair abaixo desses preços em publicidade veiculada em panfletos e jornais. Mas o varejo online enfrenta obstáculos ainda mais sérios. Os fabricantes consideram que as páginas de produtos em sites como os da eBay e Amazon.com equivalham a anúncios, e se queixam sempre que um site de comércio eletrônico exibe preços inferiores ao mínimo estipulado.
Isso leva os sites a substituir a informação de preço por notificações como “para descobrir o preço desse produto, inclua-o em seu carrinho de compras”. Certo dia da semana passada, havia preços ausentes no site da Amazon.com para diversos produtos, como um jogo de brocas Milwaukee Sub-Compact, um relógio masculino da marca Movado ou um decodificador de TV Onkyo 7.2.
Como resultado, os preços praticados para esses produtos tampouco surgem em serviços de compras como o Google Product Search e o PriceGrabber.com. A tendência talvez tenha debilitado uma das promessas implícitas do comércio eletrônico: a de buscas rápidas e visitas a sites de comparações de preços para obter as melhores barganhas.
A maioria dos comerciantes online se queixa de que a ausência dos preços confunde os consumidores e oferece vantagem às grandes cadeias como a Wal-Mart, que não precisam seguir a mesma prática em suas lojas físicas. Também dizem que a prática de impor preços mínimos na publicidade se espalhou gradualmente do setor de bens eletrônicos de consumo a empresas de outros setores, tais como produtos esportivos e joias, que também estão tentando estancar a queda de seus preços online.
A Amazon.com se recusou a comentar a questão, mas os sentimentos da companhia a respeito dessa prática são publicamente conhecidos: “Grupos de varejo como a Amazon têm o direito legal de estabelecer independentemente os preços que praticam, mas alguns fabricantes impõem restrições a como esses preços podem ser comunicados”, afirma uma explicação no site da Amazon.com sobre os produtos exibidos sem preços. “Compreendemos que isso representa uma inconveniência e estamos trabalhando constantemente a fim de educar os fabricantes quanto ao impacto de suas políticas sobre os consumidores”.
Alguns poucos sites de varejo online, como a Buy.com, afirmam que as restrições à divulgação de preços não afetaram suas vendas de modo perceptível. Mas a maioria das demais empresas de comércio eletrônico protesta vigorosamente.
“Acreditamos que os consumidores recebam melhor serviço quando o mercado de varejo é aberto e transparente e os varejistas têm a oportunidade de oferecer os melhores preços e serviços, sem que os fabricantes os controlem de cima”, disse Brian Bieron, diretor sênior de relações domésticas com o governo no eBay.
Os fabricantes, é claro, ostentam opinião distinta. Dizem que a competitividade da internet deflagrou uma corrida ao fundo do poço ¿ com todos os participantes, das maiores empresas a pessoas que vendem seus produtos em lojinhas de garagem, envidando esforços para conquistar mercados e atrair as atenções dos serviços de busca e dos serviços de comparação de preços. Eles também se preocupam com a possibilidade de que seus maiores parceiros no varejo não se disponham a acompanhar os descontos nos preços que os sites de varejo online oferecem, e que possam até mesmo deixar de vender seus produtos.
“Se não existir esse diálogo, essa troca, entre fabricante e varejista, a tendência natural seria que o preço fosse derrubado a zero”, disse Wes Shepherd, presidente-executivo da Channel Velocity, uma companhia produtora de software que permite que empresas vasculhem a web em busca de violações dos acordos quanto a preços.
A Southern Audio Services, sediada em Baton Rouge, Lousiana, determinou um preço sugerido de US$ 80 para seu fone de ouvido Woodees Inner-Ear Stereo Earphones, mas o produto pode ser encontrado online por apenas US$ 50. A maioria dos varejistas online o vende por US$ 50, mas a Amazon.com oferece o produto por US$ 48,40, sem revelar o preço na página. “Em última análise, a coisa se torna uma corrida para o zero, caso você nada faça para administrar a questão”, disse Jon Jordan, presidente-executivo da Southern Audio Services. “E dessa forma você desvaloriza seu produto ao ponto em que se torna difícil encontrar distribuidores, e os consumidores perdem o interesse por ele”.
A batalha pode retornar a Washington. Empresas como o eBay e a Amazon.com estão solicitando ao Congresso que derrube certas porções da decisão da Corte Suprema no caso Leegin. Um projeto de lei que poderia derrubar certas cláusulas da decisão está em debate na Câmara dos Deputados. Em outubro, 41 secretários estaduais de Justiça norte-americanos escreveram uma carta a membros do Comitê Judiciário da Câmara, argumentando que a decisão da Corte Suprema havia resultado em preços mais altos para os consumidores.
Como outros fabricantes de produtos, as editoras de livros também se animaram com a decisão do caso Leegin. Em seu caso, desejam impedir que os baixos preços dos livros eletrônicos roubem vendas às edições em capa dura, mais lucrativas, e solapem as bases já abaladas de parceiros de varejo como a Barnes & Noble e a Borders.
Em lugar de vender livros eletrônicos no atacado a varejistas como a Amazon.com, as editoras desejam vendê-los diretamente, estabelecendo os preços e colocando o varejista na condição de agente comissionado, com comissão da ordem de 30%.
A Macmillan recentemente chegou a um acordo nesses termos com a Amazon, depois de uma prolongada disputa que levou o site a retirar temporariamente do comércio os livros físicos e eletrônicos da editora. Acordos com as demais grandes editoras provavelmente surgirão a seguir. As editoras de livros “estão usando alavancas diferentes, e um novo vocabulário, para conseguirem o que querem”, disse Scot Wingo, presidente-executivo da ChannelAdvisor, que ajuda empresas a vender online. “Mas o resultado final é o mesmo. São os fabricantes que controlam, na prática, os preços vistos pelos consumidores na Web”.
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Já tem 24 milhões de jovens viciados em internet na China
por Junior em 04.fev, 2010, na categoria Notícias
O número de jovens chineses viciados em internet chegou a 24 milhões em 2009, segundo o estudo mais recente da Associação da Juventude Chinesa para o Desenvolvimento da Rede (Cyand, na sigla em inglês).
De acordo com esses dados, um em cada sete internautas chineses considerados jovens é viciado na grande rede. Em 2005, essa proporção era duas vezes menor, ressalta a edição de hoje do jornal China Daily.
“A pesquisa destaca a preocupante situação do crescente número de jovens viciados em internet”, alertou Hao Xianghong, secretário-geral da Cyand, que entrevistou mais de 7 mil jovens para fazer o estudo.
Atualmente, a China tem 384 milhões de internautas. É a maior população cibernética do mundo, e, em média, ela cresce 30% ao ano.
No país, um terço dos chineses que acessam a internet tem menos de 19 anos. E é exatamente junto a este segmento da população que a navegação pela rede mais cresce. Segundo a pesquisa, 15,6% dos jovens de 18 a 23 anos são viciados em internet. Entre as crianças de 6 a 12 anos, 8,8% delas também apresentam condutas típicas de um dependente.
“Precisamos a fazer mais para ajudar os viciados de 18 a 23 anos, a maioria dos quais são estudantes”, afirmou Hao ao China Daily.
Para os especialistas, um viciado em internet é aquele que, diariamente, por pelo menos três meses, gasta mais de seis horas do seu tempo livre navegando na internet.
Terra
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Monitores LCD LED ultrafinos são apresentados pela LG
por Junior em 04.fev, 2010, na categoria Notícias
A LG acaba de lançar no mercado asiático sua nova linha de monitores LCD LED ultrafinos. Apresentados durante a CES 2009, os monitores da série EX possuem tecnologia de iluminação por LED, que possibilita uma redução de até 40% do consumo médio de energia, garante o site Electronista.
Além de ecológica, a linha de monitores é ultrafina, com apenas 1,75 centímetros de espessura ¿ mais fino que muitos notebooks -, possui a mais alta taxa de contraste da categoria (5 milhões para 1) e tempo de resposta super rápido, de 5 milissegundos.
A linha EX apresentará modelos de 20, 21,5 e 23 polegadas, e deve ser disponibilizada primeiramente para o mercado coreano, conforme informações do site Device Mag.
Não existem informações sobre o preço dos produtos, e nem previsão de chegada ao resto do mundo.
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Além de ser relógio de pulso é celular, câmera fotográfica e MP3-player
por Junior em 04.fev, 2010, na categoria Notícias
Belezinha custa 200 dólares e faz até filmes em vídeo no seu pulso
Quando alguém perguntar que horas são, você atende ao celular…
Quando alguém perguntar que horas são, você atende ao celular…
Há muito que se fala de celulares em forma de relógio de pulso. Mas poucos são tão bonitos como o W PhoneWatch, da Kempler & Strauss, dos Estados Unidos. Ao preço de US$ 200, você leva essa belezinha aí em cima que faz ligações e mostra a hora com muita elegância, além de tirar fotos e servir como tocador de MP3.
A minitela é touchscreen, ele vem com Bluetooth, suporta cartões SD de até 2 GB e, de quebra, é compatível com a rede GSM de bandas 850, 900, 1800 e 1900 MHz.
Com resolução de 128 x 128, a minitela de 1,5″ do W PhoneWatch parece pequena, mas exibe 260 mil cores e exibe fotos em JPEG de até 640 x 480. A câmera também faz vídeos no formato AVI, mas a resolução é obviamente baixa (128 x 104).
Para ouvir música, ele suporta MP3, WMA, WAV e até AMR. Apesar disso, a interface não tem versão em português, apenas para inglês, francês, russo, árabe, alemão e italiano. A bateria é carregada via USB.
MSN
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Na internet os hackers americanos são os mais temidos
por Junior em 02.fev, 2010, na categoria Notícias
Hackers americanos são a fonte mais segura de ciberataques, segundo pesquisa da empresa de segurança virtual McAfee, batendo China e Rússia, antes considerados os grandes favoritos ao título.
A McAfee conduziu um estudo que pedia a cerca de 600 profissionais da área de TI e segurança de vários países para discutir, avaliar e ranquear suas maiores preocupações em relação à segurança na internet. A maioria dos resultados foi óbvia, exceto pela descoberta de que os hackers americanos são os mais temidos.
Com o recente problema entre a Google e o governo chinês, não é surpresa que quase 75% das respostas acreditam que a China possa estar envolvida em ciberataques contra seus países. Entretanto, EUA e Rússia vêm em seguida, empatados em 60% cada. O governo inglês aparece na terceira posição, com apenas aproximadamente 50% dos entrevistados acreditando em sua participação em crimes virtuais.
Porém, a descoberta mais interessante do estudo é que são os EUA, e não a China ou a Rússia, os mais temidos da internet. A maioria dos países ocidentais declarou que os americanos são a maior fonte de preocupação em relação a ataques virtuais, com 36% dos votos.
Os EUA bateram a “favorita” China por 3 pontos percentuais e a Rússia por impressionantes 24 pontos percentuais, como conta o site The Inquirer.
É importante lembrar que as pesquisas promovidas por empresas de segurança sempre tendem a revelar que a situação é muito perigosa e tende a piorar. Resta avaliar se o problema não é na qualidade dos produtos oferecidos por tais empresas.
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com
Celulares da Nokia tiveram preços reduzidos com crescimento no mercado
por Junior em 02.fev, 2010, na categoria Notícias
A Nokia cortou os preços de aparelhos em seu portfólio no fim de janeiro, colocando smartphones mais baratos de sua linha em rota de colisão com celulares de custo médio das rivais Samsung e Sony Ericsson.
A empresa disse que as mudanças de preços são parte normal dos negócios. A maior fabricante mundial de celulares geralmente corta os preços de seus produtos algumas vezes por ano.
Diversas fontes na indústria disseram à Reuters que o corte de preços pode chegar a até 10 por cento.
Após o corte de preços, o smartphone mais barato da Nokia, o 5230, passou a ser vendido no varejo por 170 euros (US$ 239), na Finlândia. No atacado, o preço geral de venda do modelo foi para menos de 120 euros.
A demanda por smartphones mais baratos ajudou o segmento a crescer apesar da recessão, desafiando a tendência da indústria. As vendas saltaram 30% entre outubro e dezembro, segundo a Strategy Analytics.
A Nokia afirmou na semana passada que a receita com smartphones saltou 26% na comparação entre o terceiro e o quarto trimestres, para 3,9 bilhões de euros, ajudando a reforçar o resultado.
A queda nos preços afeta fabricantes como a Sony Ericsson que se focaram em telefones com atributos medianos, que geralmente trazem boas câmeras ou players de música, mas carecem de funções mais parecidas com as de computadores.
“Essa recente rodada de ajustes de preços que vemos a Nokia fazer leva os aparelhos Symbian de baixo custo da empresa a novo território”, afirmou Ben Woods, diretor de pesquisa na CCS Insight, uma empresa britânica que acompanha os preços de vendas de celulares na Europa.
Os cortes de preços acontece em um momento em que a indústria retorna ao crescimento após um 2009 fraco marcado por demanda deprimida dos consumidores. A Nokia espera que o mercado de celulares cresça 10 por cento este ano.
Terra
Artigo extraído do site Info-Tecnologia.com









