Dia de Ação de Graças americano traz descontos para games de iPhone e iPod Touch

Aproveite as promoções: é só até domingo!

Antes de mais nada, uma breve contextualização. Todo ano, na quarta quinta-feira do mês novembro, o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é comemorado nos Estados Unidos. E nessa época os americanos colocam em prática duas grandes tradições: comer peru e fazer compras por preços ridiculamente baratos. É a chamada Black Friday.

Considerada o início da temporada de vendas de Natal nos EUA, é nessa sexta-feira que sucede o Dia de Ação de Graças que o comércio fatura rios de dinheiro com lojas abarrotadas por consumidores atraídos pelas promoções fora do comum que são feitas nesse dia. É uma loucura! (É sério, olha uma foto).

Nesse momento você deve estar se perguntando: “E eu com isso?”. Bem, se você tem um iPhone ou iPod Touch, parabéns, você acaba de pegar carona no feriado dos outros. E não precisa nem comer peru (a não ser que queira, claro), pode embarcar direto na melhor parte: compras com desconto.

Começaram hoje (25) na App Store os descontos de Thanksgiving/Black Friday. Duas grandes distribuidoras de games já anunciaram suas promoções, que ficarão em vigor até o próximo domingo, 29/11. Tratam-se das altamente respeitadas Eletronic Arts e Gameloft.

Enquanto a última fez um anúncio oficial em seu blog listando os 7 jogos em promoção por 99 centavos de dólar, a primeira resolveu apenas twittar a notícia de que havia colocado todos seus jogos com descontos de até 50%. Segue a lista completa, separada por distribuidora:

Eletronic Arts

A EA escolheu fazer promoções variadas para cada um de seus aplicativos. Abaixo, eles estarão listados pelos seus valores promocionais, com o valor original entre parênteses.

  • US$ 6,99: Command & Conquer Red Alert, FIFA 10, Madden NFL 10 e NBA Live (anteriormente US$ 9,99)
  • US$ 4,99: The Sims 3 (anteriormente US$ 6,99)
  • US$ 2,99: Monopoly, Monopoly Here & Now: The World Edition, Need For Speed Undercover, SimCity, Scrabble, Tetris, Tiger Woods PGS Tour e Trivial Pursuit (anteriormente US$ 4,99)
  • US$ 1,99: Anytime Pool, Auditorium, Clue, Mass Effect Galaxy, Snood, Surviving High School, Pandemonium, Wolfenstein RPG e Yahtzee Adeventures (anteriormente US$ 2,99)
  • US$ 0,99: American Idol: The Game, Boggle*, Mystery Mania, Spore Origins, Star Trek, Sudoku e Zombies & Me (anteriormente US$ 1,99 — exceto Boggle, que estava US$ 2,99)

Gameloft

A Gameloft, por sua vez, optou por colocar em promoção 7 de seus jogos, todos eles pelo valor mínimo de venda na App Store, US$ 0,99. O preço anterior era de US$ 4,99, exceto Castle of Magic e Hero of Sparta, que custavam US$ 1,99.

Eis a lista dos games em promoção: Blades of Fury, Brothers in Arms: Hour of Heroes, Castle of Magic, Hero of Sparta, Real Tennis 2009, Shrek Kart e Terminator Salvation.

Vale lembrar que jogos não são vendidos na App Store brasileira, por entraves impostos pela nossa legislação que a Apple achou que daria trabalho demais para contornar. Dessa maneira, não há uma categoria “jogos” em nossa loja. O que os brasileiros costumam fazer para “dar um jeitinho” nessa restrição é criar uma conta na loja argentina ou americana, dizendo que são moradores do local em questão.


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Voltando às raízes com New Super Mario Brothers Wii!

Se você é um gamer saudosista e tem um Wii, já devia estar de olho no lançamento de New Super Mario Brothers Wii. E se você não tem o console, quem sabe foi justamente este jogo que te fez cogitar adquiri-lo (conheço pelo menos três pessoas a quem este caso se aplica).

nsmbw

New Super Mario Brothers Wii é um retorno à forma da Nintendo, que não lançava um jogo de plataforma em 2D pra consoles “de mesa” desde o excelente Yoshi’s Island, em 1995. O mais próximo disso foi o último Paper Mario para o Wii, que é mais RPG do que plataforma.

NSMBW é claramente inspirado em New Super Mario Brothers pro DS, lançado em 2006 pro portátil da Nintendo. Entretando, as similaridades são mais estéticas do que qualquer outra coisa. NSMBW não é um port; é mais uma reinvenção do primeiro jogo – com novos mundos, fases, personagens, gameplay multiplayer, e powerups. É um jogo completamente novo.

A história é tão inesquecível e repetitiva quanto todas as outras – é o aniversário da Princesa Cogumelo, e ela é sequestrada pelos lacaios do Bowser, e cabe a você resgata-la. Ainda bem que a história é o de menos num jogo como esse.

Eu gostei bastante da forma como o jogo é controlado. O wiimote é usado na horizontal, com o d-pad do lado esquerdo e os botões 1 e 2 do lado esquerdo. É totalmente análogo ao simples porém eficiente controle do NES clássico, e isso se reflete no gameplay. NSMBW joga-se de forma muito similar ao original Super Mario Brothers.

Entre os powerups inéditos estão a “ice flower” (similar à florzinha clássica, mas que te permite soltar bolas de neve que prendem os inimigos em cubos de gelo), o “penguin suit” (um traje de pinguim que dá mais tração ao seu personagem em fases cobertas por gelo, te permite deslizar pelo chão atropelando inimigos, e solta bolas de neve iguais à da ice flower), e o “propeller mushroom” (um cogumelo que te dá uma fantasia com uma hélice na cabeça, que te joga pelo ar quando você chacoalha o wiimote).

O multiplayer simultâneo é um dos pontos mais fortes. Ao contrário dos outros clássicos Marios, você não precisa morrer pra que seu parceiro então tome a vez no jogo – vocês exploram o mapa juntos, algo inédito e muito bem recebido, apesar das complicações que este modo às vezes causa.

A propósito, as caixas de itens que produziriam apenas um powerup ao invés disso trazem um número suficiente pra abastecer todos os personagens na tela, então ninguém precisa brigar pelos cogumelos. Mas, quando os itens produzidos são diferentes (digamos, uma ice flower e um penguin suit), preferências pessoais dos jogadores podem resultar em disputas pelos itens.

Outro aspecto novo do gameplay é o seguinte – apertando o botão A, bem do lado do d-pad, seu personagem é envolto numa bolha como de sabão e passa a flutuar a esmo pela fase, seguindo o(s) personagem(ns) ainda ativo(s). A qualquer momento o jogador em atividade pode tocar a bolha, o que trará o personagem inerte de volta à ação. Chacoalhar o wiimote traz a bolha mais próxima do personagem ativo, pra facilitar.

E essa característica permite uns negócios interessantes. Um jogador pode dar um salto suicida em direção a um buraco sem fim pra apanhar um item importante que estava prestes a cair, e em seguida apertar o A pra se salvar da morte. Ou você pode apertar o A se tiver muita dificuldade de passar de uma área, e deixar seu colega mais habilidoso resolver o problema sem atrapalhações.

“Atrapalhações” é de fato o melhor termo. Os múltiplos personagens na tela interagem uns com os outros – você pula na cabeça dos seus colegas, pode pega-los e joga-los contra inimigos, e se esbarram se estiverem correndo em direções opostas. E essas interações são legais, porque elas fazem você e seus amigos se sentirem como personagens tangíveis na tela.

O problema é que essas interações podem ser danosas dependendo do contexto – numa fase sem chão em que a tela move-se inexoravelmente para a direita e você precisa avançar dando saltos cirurgicamente precisos em plataformas que se auto-destroem, se esbarrar contra os amigos ou pular sem querer na cabeça deles é a receita pra mortes catastróficas e muita frustração. Já aprendi que, quando essas áreas chegam, o melhor a se fazer é os jogadores apelarem pras suas bolhas e deixarem o mais habilidoso entre eles avançar sozinho.

O problema é que às vezes no desespero, todos os jogadores apertarão o A simultaneamente. E, sem jogadores ativos na tela, a fase acaba imediatamente deve ser recomeçada. Felizmente, vidas não são perdidas nesse caso – mas a música vai desacelerando de forma dramática, a tela escurece e todo mundo fala “DROGA, deveríamos ter combinado aquilo direito!”

Além da aventura principal, há um modo de batalha similar àquele de Super Mario Brothers 3, com a mesma musiquinha clássica até, e mais fases. Também há um modo de competição em que você seleciona qualquer fase que já houver explorado e você e seu oponente correm em direção ao final, tentando catar o maior número de moedas pelo meio do caminho. Isso estende a vida útil do jogo, e a natureza casual e rápida desses modos de jogo o tornam igualmente prazeroso pra jogadores expert e casuais.

New Super Mario Brothers Wii não tem modo de jogo online, o que é mais coerente com a política old school da Nintendo, mas causou muita tristeza na galera que estava torcendo pra poder jogar com amigos pela internet. O problema é que o Wii não dispõe de uma forma de comunicação em áudio em seus jogos online; sem isso, o jogo seria uma verdadeira anarquia.

Em resumo, New Super Mario Brother Wii é um clássico imediato. Há bastante familiaridade pra agradar os saudosistas roxos (como eu), mas há novidades o bastante pra serem dominadas e por isso o jogo não deixa de ser uma experiência nova. O multiplayer simultâneo, apesar dos problemas inerentes do formato, é um dos mais divertidos que eu já joguei nos últimos anos, e já se tornou favorito absoluto aqui em casa.

Se eu não tivesse um Wii, já estaria me organizando financeiramente pra comprar um. New Super Mario Brothers Wii é imperdível.


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Google testa redesign da página de buscas

Os rumores de que a gigante de busca estaria testando um novo design da sua homepage (e também da página de resultados) apareceram na semana passada, mas apenas nessa semana foi confirmado quando alguns usuários do buscador deram de cara com o layout diferente e passaram a publicar capturas de tela nas redes sociais em que participam.

Novo Google (clique para ampliar)

Novo Google (clique para ampliar)

Ainda não está certo se esse redesign está relacionado com o novo algorítimo de buscas criado e testado pela empresa em agosto desse ano ou quando ele deverá estar disponível para o resto do mundo. Mas o blog Gizmodo dá a dica de como ‘forçar’ o Google a mostrar o novo layout:

1 – Vá para http://google.com/ncr (esse endereço redireciona para o Google dos EUA, o único em que o truque funciona, por enquanto)
2 – Quando a página carregar, apague a URL no campo de endereço e cole essa linha de código no lugar: javascript:void(document.cookie="PREF=ID=20b6e4c2f44943bb:U=4bf292d46faad806:TM=1249677602:LM=1257919388:S=odm0Ys-53ZueXfZG;path=/; domain=.google.com");
3 – Dê enter. Não deverá acontecer nada, você só estará modificando o cookie armazenado pelo Google no seu computador.
4 – Abra uma nova aba do seu navegador e vá novamente para o endereço http://google.com/ncr.

Gostei da nova logo, tem mais estilo. E a página de resultados carrega mais funcionalidade com o rápido acesso à diferentes características de pesquisas na coluna à esquerda. E você, o que achou? [Gizmodo]


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Google lançará serviço de ebook no Japão, diz jornal

Agora papel é demodê, mas há quem goste

Agora papel é demodê, mas há quem goste

Finalmente o Google deverá entrar no cobiçado mercado de livros eletrônicos, e de acordo com o jornal de negócios Nikkei a porta da frente para o novo serviço será o Japão, onde o serviço deverá desembarcar em breve.

Ao contrário do Google Books o novo serviço, que deverá se chamar Google Edition, será pago e comercializará títulos de pequenas e grandes editoras do país, que de quebra terão a liberdade de determinar seus próprios preços e ficarão com 63% do lucro da operação.

O lançamento deve acontecer nas próximas semanas e inicialmente o novo serviço deverá contar com cerca de 10 mil títulos. Europeus e americanos só poderão conferir a novidade da empresa no final do primeiro semestre de 2010.

Uma das maiores diferenças do Google Edition em relação a seus concorrentes – leia-se Amazon – será que os livros não serão baixados pelo usuário, mas sim ficarão disponíveis na rede, podendo ser acessados de mais de um dispositivo.

Agora só falta um e-reader, certo? [MarketWatch]


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Comissão Européia não gosta da “lei dos 3 strikes”

Três e você está fora.

Três e você está fora.

Até agora um dos países com as leis mais brandas em relação à troca de arquivos na rede, a Espanha vem considerando rever suas posições e adotar a infame “lei dos três strikes” já aprovada na França e Inglaterra.

De acordo com essa lei, um usuário pode ter sua conexão à internet cortada por até um ano caso seja flagrado três vezes baixando material ilegal.

Mas Viviane Reding, Comissária de Informação, Sociedade e Mídia da União Européia lembrou durante um encontro da Comissão do Mercado de Telecomunicações, realizada em Barcelona, que tais medidas podem ir contra a legislação do continente: “Ações que permitem a suspensão ao acesso à rede sem um julgamento adequado certamente vão de encontro aos nossos interesses”, disse. E aproveitou para fazer uma crítica direta à lei aprovada recentemente na França: “Reprimir as pessoas não resolve o problema da pirataria e ferem direitos e liberdades individuais dos cidadãos que são valiosos na Europa desde a revolução francesa”.

Em todo caso, Reding está longe de querer ver a Europa como um reduto de piratas virtuais. Na realidade, tudo o que ela pede é evitar eventuais exageros que podem (e vão) acontecer quando a lei, formulada basicamente por lobistas de grandes gravadoras, seja aprovada. [TorrentFreak]


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Pesquisa mostra as “chocantes” diferenças entre usuários de Mac e Windows

Get a Mac: estranha realidade

Get a Mac: estranha realidade

Essa é mais uma daquelas pesquisas que irão mudar o mundo: o Hunch, site que se apresenta como “um auxiliador de tomada de decisões” (mas hein?) divulgou uma pesquisa que aponta as inimagináveis diferenças entre usuários de computadores Apple e máquinas que rodam qualquer Windows.

Feita com mais de 70 mil usuários dos dois sistemas operacionais, os dados mostram que os usuários de Macintosh tendem a viver nas grandes cidades, gostam se ser percebidos como pessoas únicas e têm uma queda por arte moderna, design clássico, assistirem filmes de arte do cinema e programas de “faça você mesmo” na TV. Enquanto isso, “os PC” no geral vivem nos subúrbios, preferem design “moderno-genérico”, comédias românticas e assistir esportes na televisão, além de terem maior predileção por trabalharem com números.

Uau, quanta novidade </ironia>.

As propagandas Get a Mac e Laptop Hunters já vêm apontado essas diferenças há um tempo, mas é sempre bom ver uma opinião externa sobre o caso: enquanto a Apple mirou todos seus esforços mercadológicos num nicho de mercado freqüentado por consumidores exigentes (e quiçá esnobes), a Microsoft pouco se importa com esse tipo de segmentação e continua vendendo seu sistema operacional aos montes, o que contribui para os gostos meio genéricos de seus usuários.


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Metade do tráfego de dados de internet móvel vem do iPhone OS

A empresa de anúncios em plataformas móveis AdMob — recentemente adquirida pelo Google — revela em recente pesquisa que 50% de todo o tráfego de dados gerado pelo uso da internet em dispositivos móveis no mundo vem da plataforma iPhone OS, que equipa os iPhones e iPods Touch.

No último mês o iPhone OS representava 43% do tráfego de dados, de onde subiu para os 50% atuais. A plataforma Symbian caiu de 29% para 25%, o Android subiu de 10% para 11%, o BlackBerry caiu de 8% para 7% e o Windows Mobile foi dos 5% aos 3% no último mês.

Os números do iPhone se tornam mais impressionantes quando colocados lado a lado com o market share de cada plataforma. Mesmo sendo responsável por apenas 18% das unidades vendidas o iPhone consegue ser o líder absoluto em troca de dados pela internet. Como comparação, os aparelhos com Symbian, somando-se aos BlackBerries, possuem juntos ⅔ do mercado, e mesmo assim não chegam a ⅓ dos dados transferidos. Veja a tabela e os gráficos montados pelo site Apple Insider:

Pode-se inferir da pesquisa que os proprietários de iPhone ou utilizam a internet muito mais que os demais, ou baixam conteúdo bem mais rico (imagens, vídeos, etc), mas é provável que ocorra uma combinação dos dois. Isso é até bastante natural, visto que foi o iPhone que revolucionou a indústria o apresentar a internet em seu formato original em um dispositivo móvel, promovendo pela primeira vez uma experiência similar à do desktop em um aparelho celular. Depois disso os concorrentes se reformularam para se enquadrarem no novo paradigma, mas a dianteira do iPhone continua fazendo a diferença até hoje.


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Buffalo introduz HD externo com USB 3.0

HD-USB-3.0_580pxA empresa Buffalo Technology apresentou o a linha de HDs externos Drivestation HD-HXU3. A grande novidade da linha é que seus três modelos utilizam a interface USB 3.0 para transferir os dados entre o HD e o computador. A grande vantagem disso é a velocidade na qual os dados trafegam através do novo padrão: chega a 625MB/s. Se você não tiver uma porta USB 3.0 onde plugar o HD, ele ainda funcionará numa porta USB 2.0, mas a taxa de transferência cairá para a do padrão “antigo”, cerca de 480Mb/s.

Para evitar essa inconveniência, a mesma empresa lançou também uma placa PCI Express que apresenta uma interface com duas portas USB 3.0, que pode ser instalados em computadores de mesa atuais para possibilitar o uso da nova tecnologia. A placa em questão é designada pelo amigável nome de modelo IFC-PCIE2U3.

O HD-HXU3 é compatível tanto com PCs como Macs e pode ser encontrado com as capacidades de 1TB (US$ 200, cerca de R$ 245), 1,5TB (US$ 250, cerca de R$ 430) e 2TB (US$ 400, cerca de R$ 690). [Eletrocnista]


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Fring passa a permitir ligações de vídeo via Skype

Fring é um aplicativo para celulares que permite que o usuário se conecte com vários programas de mensagens instantâneas. Ele permite que sejam feitas chamadas de VoIP pelo Skype e Google Talk e tem suporte a bate papo em texto via MSN, Yahoo, ICQ, entre outros, além de integração com redes sociais como o Twitter, Facebook e Orkut. E hoje uma atualização do programa o deixou ainda mais interessante.

A versão 4.00 beta do Fring passou a permitir chamadas de vídeo via Skype e, segundo um post no blog da empresa, ele é o primeiro no mundo a fazer isso.

fring-skype

Na imagem, estou segurando um cartão de visitas do Tecnoblog (crédito: Matheus Bonela)

Testei a nova característica usando o Nokia 5800 com o nosso leitor Matheus Bonela e, como podem ver pela imagem acima, a resolução da câmera não é uma das melhores possíveis, porém, a disponibilidade da nova característica certamente é um avanço na área de chamadas em vídeo.

Por enquanto, essa atualização está disponível apenas para celulares Nokia que rodam o sistema S60 e tenham uma câmera frontal, como os modelos X6, N97 mini, N97, 5800, N95, N95 8G e N82. Não há previsão de quando as demais plataformas móveis receberão a nova versão do programa. O aplicativo é gratuito e pode ser baixado nesse link. [Engadget]


Artigo extraído do site Tecnoblog

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Opera censura sites bloqueados na China

As "melhorias" da versão chinesa são um presente de grego

As "melhorias" da versão chinesa são um presente de grego

No último final de semana os usuários chineses do navegador Opera Mini – usado em dispositivos móveis como celulares e smartphones – foram notificados a fazerem uma atualização para uma versão do programa desenvolvida especificadamente para o país. Mas no lugar de melhorias na navegabilidade ou interface, deram de cara com o bloqueio de diversos sites proibidos por lá.

De acordo com a rede britânica BBC, por alguma razão o Opera Mini conseguia furar o bloqueio do Grande Firewall da China e acessar páginas consideradas ilegais – como o perigosíssimo Facebook, por exemplo – mas o “defeito” foi “corrigido” com na atualização.

Não demorou para que o caso começasse a ser comentado pela web, com navegantes condenando a empresa norueguesa, que por sua vez nega tudo. Em um comunicado a Opera Software apenas diz que “a diferença entre a versão chinesa e a internacional é a maneira que ela conecta aos servidores e lida com a compressão de dados, oferecendo maiores velocidades por um menor custo”.

De qualquer maneira, bom lembrar que o imenso poderio econômico da China já foi capaz de mudar o discurso de muitas empresas que se apresentam como amigas da liberdade no resto do mundo. Um exemplo é o Google, que informalmente adota o slogan “não seja mau” e que não teve pudores ao aceitar a determinação do governo local para bloquear o acesso a algumas páginas.


Artigo extraído do site Tecnoblog

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